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quarta-feira, 21 de julho de 2021

Julho Amarelo: hepatites virais são um grave problema de saúde no Brasil


 Julho Amarelo é o mês dedicado a conscientização e prevenção das hepatites virais, que são inflamações do fígado causadas por vírus. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) as hepatites virais são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. “A infecção ocasionada pelos vírus pode levar, nos quadros mais importantes, à cirrose ou até mesmo facilitando a neoplásica e hepática”, explica o médico infectologista coordenador do Serviço de Vacinas DNA Laboratório, Igor Brandão.  


 


Os diferentes tipos de hepatite viral são causados por vírus classificados pelas letras do alfabeto em A, B, C, D (Delta) e E. As doenças têm forma de contágio diferentes e se manifestam muitas vezes de forma silenciosa. No entanto, alguns dos seus sintomas podem ser: cansaço, febre, tontura, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura, fezes claras, enjoo e vômitos. 


 


“As hepatites A e B são consideradas doenças imunopreveníveis, ou seja, podem ser evitadas através da vacina. Elas podem ser tomadas separadamente, assim como de uma só vez. Na rede privada é possível tomar a vacina dupla, que serve para as duas doenças ao mesmo tempo”, explica o médico.  


 


Formas de contágio 


A Hepatite A geralmente é assintomática e é a que tem maiores chances de ter uma evolução benigna. É transmitida por via fecal-oral, ou seja, ingestão de alimentos contaminados por fezes que contenham o vírus da hepatite A. De acordo com o boletim epidemiológico do ministério da Saúde, ela vem apresentando uma importante queda desde 2009. Em 2019, os casos atingiram o total de 891.  


 


O vírus da hepatite B está presente no sangue e secreções. A infecção também pode ser transmitida por contato sexual, vertical (da mãe para o filho) ou através de acidentes perfuro cortantes. Em 2019, os casos somaram aproximadamente 14 mil. A Hepatite C é considerada a mais grave. Em 2019, atingiu o maior número de casos, totalizando cerca de 23 mil. Ela tem como principal forma de transmissão o contato com sangue. De acordo com o Ministério da saúde, o tipo C é responsável por 70% das hepatites crônicas e 40% dos casos de cirrose hepática, sendo a principal causa de transplantes de fígado. Para esse tipo de vírus, não há vacina.  


 


Já a Hepatite D ocorre apenas em pessoas infectadas pelo vírus da hepatite B. A vacinação contra a hepatite B também protege contra a hepatite D. Por fim, a Hepatite E tem a transmissão pela via fecal-oral e pode apresentar formas mais graves em mulheres grávidas. 


 


Como se prevenir 


A principal forma de prevenção contra a Hepatite A é a vacina. Sua administração é recomendada em crianças aos 12 e 18 meses de idade, também podendo ser aplicada em adultos a qualquer momento. A vacina também é importante para pacientes que já tenham alguma outra doença do fígado, uma vez que este grupo apresenta maior risco de complicações quando exposto ao vírus. 


 


O tipo B, também pode ser evitado por meio de imunização. A vacina para Hepatite B é muito segura e apresenta eficácia acima de 95%. Atualmente ela é fornecida em três doses: a primeira ao nascimento, a segunda com um mês de idade e a terceira aos seis meses. Vale ressaltar que a vacina demora vários meses para criar proteção contra a hepatite. 


 


No Laboratório DNA você pode encontrar a vacina contra hepatite A e B de forma separada ou juntas, reduzindo o número de injeções e garantindo a proteção adequada. 


 


Sobre o DNA Laboratório 


O DNA é um laboratório de análises clínicas e genética médica com 24 anos de mercado. Atualmente podem ser realizados mais de 2000 exames, envolvendo biologia molecular e diversos testes genéticos, além da realização do exame que detecta a COVID-19. O DNA possui certificações de qualidade como a ISO 9001:2015 e a Acreditação PALC.   


Para mais informações, acesse: www.dnagenetica.com.br.  

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