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quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Operação de retirada de sucatas prossegue em cinco localidades

                                 

A operação Cidade Dez, Sucata Zero, realizada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), em parceria com a Guarda Civil Municipal (GCM), prossegue com a retirada de materiais inservíveis na cidade. A mais recente ação, realizada na terça-feira (10), resultou na remoção de 14 sucatas de logradouros públicos da capital baiana – do total, cinco foram apreendidos pelos órgãos e nove retirados pelos proprietários, após notificação.

 

A ação, que tem como objetivo contribuir com a mobilidade urbana, limpeza, saúde pública, segurança e um melhor visual da cidade, aconteceu nos bairros de Santa Mônica, Federação, Via Regional e avenidas 29 de Março e Afrânio Peixoto (Suburbana). Na operação, foram utilizados um carro munck, para retirada de veículos pesados e um carro prancha para  equipamentos pequenos.

 

O chefe do setor de Proteção de Estética da Cidade (Sepec) da Semop, Roberto Guerreiro, destacou que, ao receber denúncias do Fala Salvador, a equipe é acionada e vai ao local para verificação. “Em caso positivo, os proprietários são notificados e recebem um prazo de até 72 horas, dependendo da gravidade da denúncia. Feita a notificação, se o veículo não for retirado do local, é efetuada a apreensão”.

 

Ele explicou que existem alguns aspectos que diferenciam a sucata do carro velho abandonado. Para ser sucata, por exemplo, o veículo precisa estar sem motor, vidros quebrados, pneus arriados, juntando água, chaparia danificada, ou seja, sem condições para uso.

 

Além da questão estética, a operação também visa colaborar para a preservação da saúde dos cidadãos. "Há casos em que encontramos ninhos de ratos nas sucatas, o que prejudica a saúde da população. Além disso, há acúmulo de água, mosquitos transmissores de doenças, então é um problema de saúde pública", pontuou Guerreiro.

 

 O chefe do setor de Proteção de Estética falou que a retirada das carcaças de automóveis também é uma questão de segurança e de ordenamento do trânsito. “Existem sucatas que servem de esconderijo para maus elementos. Além disso, esse material atrapalha os transeuntes e veículos que querem passar pela rua”.

 

Conscientização – Morador da Federação, o vigilante Odair José de Jesus, de 48 anos, destacou que os cidadãos também precisam contribuir com a ação. “A população tem que se conscientizar e evitar abandonar sucatas em vias públicas. O carro que foi retirado tinha anos aqui na rua, acumulando ratos, baratas, vários tipos de inseto e sendo foco para mosquito da dengue. A ação de retirada é importante para a cidade, por uma questão de saúde. Todo mundo precisa entender isso".

 

Processo – Antes do processo de apreensão, os agentes emitem uma notificação impressa para que o proprietário do automóvel abandonado faça a remoção, num prazo que pode durar até 72h. Em casos urgentes, o prazo de retirada pode ser imediato.

 

Quando recolhidas pela Prefeitura, as sucatas são encaminhadas para o Setor de Guarda de Bens (Segub), localizado na sede da Guarda Civil Municipal (GCM), na Avenida San Martin. Os proprietários podem fazer a retirada mediante apresentação de documento com foto, além dos documentos do veículo. O prazo para reivindicação é de 60 dias, com pagamento de multa no valor de R$1.050. Caso contrário, o bem será leiloado.

 

Balanço – Apenas em 2021, a Semop removeu 415 automóveis que estavam em estado de abandono nas ruas da cidade, por meio da operação Cidade Dez, Sucata Zero. As denúncias podem ser feitas pelo Fala Salvador, no número 156 ou site www. falasalvador. ba. gov. br . É necessário informar as características e localização das sucatas.

  

 Fotos: Otávio dos Santos/Secom


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