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quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Acordo de Glasgow


Duas semanas de muito trabalho na COP26 são encerradas com documento, assinado por cerca de 200 nações, que se comprometem a dar sequência na agenda climática iniciada com o Acordo de Paris.


No último sábado, 13/11, foi aprovado o Pacto Climático de Glasgow, também conhecido como Acordo de Glasgow. O documento sela o encerramento da COP26 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas), que contou com mais de 200 países em aproximadamente duas semanas de atividades. Os signatários se comprometeram em acelerar as lutas contra as mudanças climáticas – uma discussão iniciada na COP21, quando foi firmado o Acordo de Paris.


De acordo com seu site, o documento visa “recuperar a iniciativa dos governos e instituições internacionais através da criação de uma ferramenta alternativa de ação (inventário e agenda climática) e um espaço de estratégia e coordenação para o movimento pela justiça climática”. O Acordo propõe que a sociedade civil tenha o seu próprio plano de ação, deixando de esperar que os governos e as instituições internacionais o façam.


Ainda sobre a COP26, ao longo de vários dias de discussões, 197 países estiveram debruçados sobre uma agenda extensa de objetivos. Nos seus primeiros dias, o Brasil assumiu alguns compromissos. Está entre os 100 signatários comprometidos em reduzir a emissão de metano em 30% até 2030 e tem oito cidades, em um grupo de mil outras mundialmente, decididas a cortar pela metade a emanação de carbono até a mesma data.


Com sede em São Paulo, a Santa Fé Investimentos é uma gestora de fundos independente que está ciente da importância dessa agenda em ambos os contextos – local e global. A empresa tem uma política de ESG estruturada, além de contar com uma CSO (Chief Sustainability Officer) – a Por Ana Luísa Riva – que pode ser fonte para reportagens sobre o Acordo de Glasgow.


Sobre Ana Luísa da Riva


Ana Luísa tem uma carreira sólida em temas relacionados com ESG, com experiência nacional e internacional. Ajudou na consolidação e é Diretora Executiva do Instituto Semeia, em que liderou a agenda de projetos de Parcerias Público-Privadas para o turismo responsável e a conservação de Parques Federais, Estaduais e Municipais no Brasil. Anteriormente, ela foi diretora do IFC-Banco Mundial por três anos, quando foi responsável por trabalhar os princípios ESG na cadeia de valor de empresas do setor florestal e de agronegócio. A diretora é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade de São Paulo (USP) e possui pós-graduação em Ciências Ambientais pelo PROCAM-USP com um foco em “Economia Institucional e Desenvolvimento da Fronteira Agropecuária na Amazônia”.


Sobre a Santa Fé Investimentos (https://santafe.com.br/). A Santa Fé Investimentos é uma gestora de fundos independente, com foco no mercado de ações e agronegócio, solidez, alta performance e mais de 30 anos de experiência. A empresa acredita na democratização do acesso ao mercado de ações e agro com uma experiência mais próxima, ágil, transparente e com resultados consistentes. Por conta disso investiu no relacionamento e distribuição dos seus produtos nas plataformas digitais de investimento chegando até 21 dos principais players do mercado. Em constante evolução, o foco é melhorar e descomplicar as relações com o investimento sem deixar de lado o impacto social e ambiental.

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