Nos últimos dias, houve dúvidas sobre se o presidente americano Donald Trump e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva realmente se encontrarão ou, pelo menos, conversarão para tentar aliviar as tensões que têm caracterizado a relação entre os dois países nos últimos meses.
Ainda sem data, formato ou temas estabelecidos, a reaproximação entre Lula e Trump parece hoje mais remota do que há uma semana, quando os dois se encontraram por breves 39 segundos, segundo o presidente americano, nos bastidores da Assembleia Geral das Nações Unidas.
Diplomatas brasileiros propõem que Lula e Trump se comuniquem por telefone ou videoconferência antes de um encontro oficial, a fim de reduzir os riscos de que algo não ocorreu conforme o previsto devido ao comportamento imprevisível do presidente americano. Neste domingo, funcionários de alto escalão do governo dos Estados Unidos demonstraram que a relação entre Washington e Brasília ainda não está pacificada. Howard Lutnick, o secretário de Comércio dos EUA, afirmou que as relações com o Brasil necessitam de "um conserto".
O secretário também incluiu o Brasil, juntamente com Índia e Suíça, em uma lista de nações que prejudicam os Estados Unidos.
Foto: Mandel Ngan/AFP
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