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Foto: Evaristo Sá / AFP
Entre os assuntos que devem ser debatidos pelos magistrados estão a extensão da pena de Bolsonaro, conhecida como dosimetria; a possibilidade de que os crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito se absorvam e, assim, sejam considerados como um único delito; e a questão sobre o delator, o tenente-coronel Mauro Cid, pode ou não perder os benefícios acordados com a Polícia Federal por ter omitido informações em seus depoimentos.
Embora haja divergências, frequentes na Corte Suprema, Moraes tem recebido o apoio dos demais ministros da Primeira Turma em 95% dos casos criminais dos quais foi relator. Por outro lado, médicos e aliados têm aconselhado Bolsonaro a acompanhar o julgamento de casa, onde está cumprindo prisão domiciliar. Em uma nação que registrou nove golpes de Estado durante sua trajetória republicana, o julgamento que se inicia amanhã, com militares como protagonistas, é sem precedentes.

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