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terça-feira, 16 de setembro de 2025

Consumo real de ventiladores, climatizadores e ares-condicionados

 

Quanto custa se refrescar? O consumo real de ventiladores, climatizadores e ares-condicionados


Usar cada aparelho de forma consciente é a chave para atravessar as ondas de calor sem comprometer tanto o bolso e, ao mesmo tempo, reduzir o impacto sobre o meio ambiente


Créditos:istock/FujiCraft


Será que o uso do ventilador gasta muita energia? Em um momento no qual as ondas de calor longas e intensas tornam-se realidade em parte significativa do território brasileiro, a dúvida sobre quanto custa se refrescar em casa mostra-se cada vez mais presente. A questão, sem dúvidas, vai além da análise pautada somente no conforto imediato. 


Envolve, portanto, o impacto no bolso e no próprio sistema elétrico nacional considerando sua totalidade. Compreender o consumo de energia de determinados aparelhos ajuda não somente na questão do planejamento das contas no fim do mês, mas também contribui diretamente para o consumo consciente. 


Muito gasto de energia? Alta de consumo e pressão sobre a rede elétrica


De fato, nos últimos tempos, o aumento da temperatura causou alguns impactos no consumo de eletricidade. Em novembro de 2023, por exemplo, o Brasil registrou um recorde histórico na demanda por energia elétrica. 


Na ocasião, ultrapassou a marca de 100 mil megawatts (MW). No entanto, se este número já parece ser alto por si só, analisado isoladamente, os valores de 2024 e 2025 são ainda maiores. Conforme o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), registraram-se picos acima de 103 mil MW nos últimos dois anos. 


Tratando-se de uma alta atrelada ao fator climático, entende-se que boa parte deste crescimento está diretamente ligada ao grande volume de uso relativo dos equipamentos de refrigeração nos momentos de calor mais intenso.


Isso evidencia que, embora essenciais para o conforto térmico, os aparelhos impactam diretamente a rede elétrica, exigindo estratégias de uso inteligente.


O ventilador gasta muita energia? E um climatizador? Um ar-condicionado?


No cotidiano, pensando na prática, o consumo de energia não possui um valor absoluto, ou seja, depende da potência do aparelho e do tempo de uso. Um ventilador de mesa costuma ter potência em torno de 100 watts. 


Nesse sentido, se utilizado por oito horas no dia a dia, consumirá cerca de 24 kWh por mês, o que equivale a, aproximadamente, R$ 21,60 na conta de luz. No entanto, se for um ventilador de teto, o consumo é um pouco menor, algo em torno de 17,5 kWh, considerando o mesmo período. 


Já um climatizador, por sua vez, acaba tendo a potência semelhante à do ventilador de mesa. Por isso, seu consumo acabará sendo por volta de 24 kWh. Resultando, portanto, em um gasto entre R$ 20 e R$ 25. O cenário, no entanto, muda quando trata-se do ar-condicionado. 


Se analisarmos um modelo de 9.000 BTUs, com potência de 1.200 watts, seu consumo será de cerca de 136 kWh mensais. Logo, gastará, aproximadamente, R$ 120. Se optar por aparelhos de 12.000 a 15.000 BTUs, o consumo pode chegar a 194 kWh, elevando os custos para a faixa de R$ 170 a R$ 200 por mês.


Eficiência energética e sustentabilidade


Em síntese, muitas pessoas pensam que o ventilador gasta muita energia. No entanto, os números não corroboram com esta crença popular. Ele consome significativamente menos do que um ar-condicionado, embora o impacto final na conta dependa de quantas horas por dia permanece ligado. 


Vale enfatizar que a escolha do aparelho também está relacionada à eficiência. Desde 2023, houve atualização nos critérios que classificam o consumo de ares-condicionados no Selo Procel/Inmetro, tornando a medição mais rigorosa e próxima da realidade de uso cotidiano.


Além disso, em um cenário de mudança climática, consumir de forma consciente significa reduzir impactos antrópicos em relação ao meio ambiente, Por isso, o ideal é preferir o Selo Procel A e regular o ar-condicionado em temperatura entre 23°C e 24°C, em vez de 18°C. 


Isso reduz o consumo e mantém o conforto. No fim, não existe vilão quando o assunto é a refrigeração doméstica. O que existe são diferentes soluções para diferentes necessidades.

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