Para sustentar os pedidos de prisão, a PF apresentou ao ministro planilhas apreendidas na Conafer que detalhavam os valores a serem pagos a funcionários do INSS e políticos. Stefanutto, identificado nos arquivos como o “italiano”, recebia o pagamento mensal por intermédio de empresas de fachada, como uma pizzaria e um escritório de advocacia. De acordo com o relatório da PF, o deputado Euclydes Pettersen (Republicanos-MG) seria o mais bem-pago da lista, onde era identificado como “Herói E”, tendo recebido R$ 14 milhões para dar “proteção política ao esquema”. Em nota Pettersen negou as acusações. O parlamentar foi alvo de buscas e apreensões nesta quinta-feira. (Estadão)
Mensagens interceptadas pela PF indicam que o esquema descontos fraudulentos em benefícios já estava em “pleno funcionamento” durante o governo Bolsonaro (2019-2022) envolvendo o então ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira, que mudou seu nome para Ahmed Mohamad Oliveira por motivos religiosos. A ação dele, segundo a PF, foi “decisiva para o funcionamento e blindagem da fraude da Conafer”. André Mendonça determinou que o ex-ministro use uma tornozeleira eletrônica. (Folha)
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