Apesar das críticas generalizadas no Congresso, o ministro do STF Alexandre de Moraes decidiu manter suas ações no inquérito que investiga possíveis vazamentos de dados sigilosos de seus colegas de corte. O presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), Kléber Cabral, é o próximo alvo. Ele criticou veementemente a forma como o processo foi conduzido pelo ministro do STF.
A Polícia Federal convocou Cabral para depor por videoconferência hoje. Nos últimos dias, Cabral tem concedido entrevistas a veículos de comunicação, declarando que as medidas coercitivas aplicadas por Moraes ao servidor da Receita, Ricardo Mansano, foram "desproporcionais" e tiveram um efeito "intimidatório".
O ministro Alexandre de Moraes foi quem decidiu intimar Kléber Cabral a depor na PF. Ainda não se sabe se Moraes decidiu convocá-lo devido às afirmações do presidente da Unafisco. Em uma entrevista, Cabral chegou a declarar que é "menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades".
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