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quarta-feira, 29 de abril de 2026

‘Não senti medo’, diz Trump sobre tentativa de atentado


 ‘Não senti medo’, diz Trump sobre tentativa de atentado



Resumo


“Eu não senti medo.” Assim o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu sua reação à tentativa de atentado no tradicional jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, na noite de sábado. Em entrevista ao programa 60 Minutes, da rede de TV CBS (íntegra da transcrição), ele assumiu a responsabilidade pela aparente demora do serviço secreto em retirá-lo do salão no hoje Washington Hilton, dizendo que ficou curioso e queria ver o que estava acontecendo. Trump e outras autoridades do governo participavam do jantar com cerca de dois mil convidados quando um homem, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, tentou sem sucesso entrar no local com uma pistola e uma espingarda, trocou tiros com agentes de segurança na antessala, mas acabou dominado e preso. O presidente disse à CBS que quer remarcar o jantar com os jornalistas, para que “um louco” [o atirador] não se sinta bem-sucedido. A entrevista, porém, teve um final tenso, quando a jornalista Norah O'Donnell leu trechos de mensagens de Allen que, sem citar nominalmente Trump, dizia que o país era governador por um “traidor”, “estuprador” e “pedófilo”. “Nunca estuprei ninguém e não sou pedófilo”, respondeu irritado, chamando a entrevistadora de “uma vergonha”. (New York Times e CBS)


As autoridades tentam agora juntar peças a partir de um manifesto enviado pelo suspeito a familiares pouco antes do ataque, buscando entender o que motivou Allen, californiano de 31 anos, que trabalhava meio período como professor e também desenvolvia videogames. “Minha impressão é que ele era um lobo solitário maluco”, disse Trump. “Quando você lê o manifesto dele, vê que ele odeia os cristãos. Ele era um sujeito muito perturbado”, afirmou o presidente. (CNN)


Segundo o procurador-geral interino, Todd Blanche, disse à NBC, no texto, Allen se autodenomina “assassino federal amigável” e lista alvos que incluem funcionários do governo, priorizados do nível mais alto para o mais baixo. O manifesto também zomba da falta de segurança no Washington Hilton, onde o jantar foi realizado. “Entrei com várias armas e ninguém ali sequer considerou a possibilidade de eu representar uma ameaça”, diz a nota. (NBC)


Jornalistas da imprensa brasileira que estavam no evento confirmaram que a segurança no hotel havia mostrado falhas: houve pouca checagem até a antessala do salão principal, onde o suspeito foi detido. O tiroteio começou assim que o jantar foi servido. “Um agente ficou bem atrás de mim, protegendo o chefe do FBI, Kash Patel, que estava debaixo da mesa. E daí eles começaram aos poucos a tirar os secretários do governo”, contou Raquel Krahenbuhl, correspondente da TV Globo. O jantar anual da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, que recebeu neste ano a presença inédita de Donald Trump, tinha um mentalista que leria a mente do presidente, mas que não chegou a concluir a apresentação. (g1)


Foto: Keita Ikeda / The Yomiuri Shimbun via AFP





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