Líder da ultradireita mundial, Orbán é derrotado após 16 anos de poder na Hungria
Foto: Attila Kisbenedek/AFP
A ultradireita mundial sofreu um revés significativo neste domingo. O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, reconheceu a derrota nas eleições do país, com um resultado que promete ter repercussões em Washington e Moscou.
O autoproclamado defensor da “democracia cristã iliberal” governa o país há 16 anos e é visto como aliado por conservadores americanos alinhados ao movimento MAGA, a ponto de Donald Trump e seu vice JD Vance gravarem mensagens de campanha para ele. É ainda um amigo do Kremlin e um declarado antagonista dos líderes da União Europeia em Bruxelas.
Orbán, que comanda a Hungria com crescente autoritarismo desde 2010, e seu partido Fidesz, foram derrotados por Peter Magyar, membro de centro-direita do Parlamento Europeu, e seu partido Tisza naquela que é possivelmente a votação mais importante do país desde o fim da era comunista. (Washington Post)

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