
Bahia já recebeu mais de 500 animais e IMA solicita tendas empresatadas para abrigar aves em reabilitação. O número de pingüins na Bahia é superior a 500 e o Instituto Mamíferos Aquáticos (IMA) não dispõe mais de espaços cobertos para abrigá-los. Para contornar o problema, a ONG tenta conseguir tendas emprestadas. O primeiro pedido de socorro foi dirigido ao Exército, sem êxito. Responsável por conceder licença para o IMA prestar este tipo de assistência, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também busca alternativas para a situação. “Contatei o Exército, mas, no momento, todas as barracas deles estão sendo usadas em campanhas”, informou o superintendente do Ibama na Bahia, Célio Costa Pinto.
Os pingüins começaram a desembarcar na costa baiana há 13 dias, vindos do Estreito de Magalhães, região da Patagônia argentina, e, desde então, não param de chegar. Só no IMA, até ontem à tarde, existiam 355 aves. Outras cem já haviam morrido. Depois de percorrer quase cinco mil quilômetros, os animais chegam desnutridos, com a saúde debilitada e hipotermia (baixa temperatura do corpo). Nos últimos anos, a maior ocorrência das aves no estado havia sido em 2001, quando aproximadamente 20 delas aportaram no mar da Bahia. (*Com informações da atarde)
Os pingüins começaram a desembarcar na costa baiana há 13 dias, vindos do Estreito de Magalhães, região da Patagônia argentina, e, desde então, não param de chegar. Só no IMA, até ontem à tarde, existiam 355 aves. Outras cem já haviam morrido. Depois de percorrer quase cinco mil quilômetros, os animais chegam desnutridos, com a saúde debilitada e hipotermia (baixa temperatura do corpo). Nos últimos anos, a maior ocorrência das aves no estado havia sido em 2001, quando aproximadamente 20 delas aportaram no mar da Bahia. (*Com informações da atarde)
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