A chacina no bairro do Engenho Velho da Federação com três mortos e oito feridos, no domingo, pode ter sido em represália a execução em série ocorrida horas antes no Bairro da Paz, com quatro jovens assassinados. Policiais dizem que a guerra por pontos de tráfico de drogas, declarada pelos dois maiores grupos de narcotraficantes da Bahia, resultou nas duas tragédias.
O grupo do Bairro da Paz seria liderado pelo comando de Perna, Genilson Lino Santos, transferido ao presídio de segurança máxima no Paraná, enquanto o do Engenho Velho da Federação pelos herdeiros de Piti, Eberson Souza, morto em confronto com a polícia em 2006. Perna e Piti deixaram sucessores do tráfico que agora brigam para firmar a supremacia na liderança do crime organizado em Salvador. A possibilidade de conexão entre as duas ações foi aventada depois de uma testemunha da chacina do Engenho Velho da Federação reconhecer Eduardo Venâncio dos Santos, o Eduardinho, ligado a Perna, como um dos assassinos dos três trabalhadores. Após o depoimento do taxista A.S.O., 34 anos, que foi rendido e forçado a servir de motorista ao grupo, a relação ficou mais evidente.
O grupo do Bairro da Paz seria liderado pelo comando de Perna, Genilson Lino Santos, transferido ao presídio de segurança máxima no Paraná, enquanto o do Engenho Velho da Federação pelos herdeiros de Piti, Eberson Souza, morto em confronto com a polícia em 2006. Perna e Piti deixaram sucessores do tráfico que agora brigam para firmar a supremacia na liderança do crime organizado em Salvador. A possibilidade de conexão entre as duas ações foi aventada depois de uma testemunha da chacina do Engenho Velho da Federação reconhecer Eduardo Venâncio dos Santos, o Eduardinho, ligado a Perna, como um dos assassinos dos três trabalhadores. Após o depoimento do taxista A.S.O., 34 anos, que foi rendido e forçado a servir de motorista ao grupo, a relação ficou mais evidente.
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