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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

The Economist: Por que o Brasil precisa de mudança


A edição desta semana da revista britânica The Economist trata das eleições brasileiras e a capa é muito sugestiva: uma Carmen Miranda com um rostro aborrecido, carregando sobre a cabeça frutas apodrecidas. O artigo começa com uma  mensagem direta: "O Brasil precisa se livrar de Dilma e eleger Aécio".

O artigo lembra que em 2010, quando a Dilma foi eleita, o Brasil parecia finalmente aproveitando todo o seu enorme potencial. Assim, a economia crescia a 7,5% ao ano. Mas, quatro anos depois, a economia sob Dilma Rousseff estagnou e o progresso social diminuiu.

O ano passado, milhões de brasileiros saíram às ruas para protestar contra os serviços públicos ruins e contra a corrupção. Segundo o texto, 41.6% dos brasileiros votaram na Dilma e isso ocorre principalmente porque a maioria deles ainda não sentiram o "frio econômico" em suas vidas diárias, mas eles logo o sentirão.
 
Comparando, mesmo com o rublo russo em caída histórica, o Brasil é de longe o mais fraco país do BRICs e tem se saído pior do que seus vizinhos latino-americanos no quadro da crise economica mundial. The Economist aponta que a queda nos investimentos foi causada pela constante intromissão do governo federal nas políticas macroeconômicos e as tentativas de interferir no setor privado. 

Além de reforçar a mão do Estado na economia, a Dilma prejudicou a Petrobras e a indústria de etanol, mantendo o preço da gasolina contido à força "para mitigar o impacto de sua política fiscal frouxa". Ainda mais, a reportagem menciona os sucessivos escândalos que envolvem a estatal. 
Dilma Rousseff tem feito alguns esforços para resolver os problemas estruturais do Brasil: a sua infraestrutura precária, altos custos do sistema fiscal punitiva, montanhas de burocracia e um código de trabalho rígido copiado de Mussolini. "E o que é pior é que Dilma Rousseff não mostra sinais de ter aprendido com seus erros" aponta a reportagem.

O segundo turno vai repetir a batalha entre o PT e o PSDB que definiu as eleições presidenciais do Brasil no 1994. The Economist classifica a campanha eleitoral "tão dramática como uma telenovela brasileira" ao lembrar da morte de Eduardo Campos, que dificultou a missão de Aécio Neves. Dilma retira força das falhas do Sr. Neves como candidato, o atacando e caricaturando o PSDB como "um partido de gatos gordos sem coração."

A reportagem explica que as políticas propostas por Aécio, ao contrário do que quer fazer crer o PT, beneficiariam os brasileiros mais pobres, bem como os prósperos. Ele promete colocar o Brasil no caminho do crescimento econômico. Além de transformar Minas Gerais num bom exemplo no país inteiro, Aécio Neves tem uma equipe impressionante de conselheiros liderados por Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, que é respeitado por investidores. Cita as promessas de retorno a políticas macroeconômicas sólidas, de redução no número de ministérios, de o sistema fiscal e aumentar o investimento privado em infraestrutura. 

E a conclusão vinda de fora do Brasil, da prestigiosa revista The Economist vale a pena ser levada em consideraçao, lida e relida: "Sr. Neves merece ganhar. Ele lutou de maneira tenaz na campanha e provou que ele pode fazer funcionar suas políticas econômicas. A maior ameaça aos programas sociais é a má gestão do PT na economia. Com sorte, o apoio de Marina Silva, ex-petista nascido na pobreza, deve reforçar sua ajuda a ele. O Brasil precisa de crescimento e de um governo melhor. Sr. Neves é mais capaz para fazer isso do que é Dilma Rousseff."

Foto: Reprodução The Economist

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