Eis que o domingo garoento e até meio frio aqui em São Paulo terminou com uma grata surpresa, ao menos para o blogueiro, com o anúncio de que Vinícius e Tom foram escolhidos para batizar as mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016. Na escolha via internet, a dupla de nomes vencedora contou com 44% da preferência do público, somando um total de 323.327 votos. Oba-Eba foi a segunda dupla de nomes mais votada, com 38%, e os bizarros Tiba Tuque-Esquindim tiveram 18% da preferência.
Admito que não esperava que Vinicius de Moraes e Tom Jobim, uma justíssima homenagem a duas das maiores riquezas culturais do Brasil, pudessem sensibilizar uma geração que apesar de altamente conectada, praticamente desconhece a obra destes gênios. E se pensar na natureza bem-humorada do brasileiro, que deixa a zoeira acima de qualquer coisa, esperava sinceramente que Oba e Eba fossem os escolhidos. O trauma do Fuleco na Copa 2014 ainda é grande, vamos admitir.
Houve quem disse que nome de mascote não precisa agradar adulta. Precisa sim ser fácil de gravar e agradar às crianças. Por este raciocínio, é claro que os bobos Oba-Eba eram os favoritos absolutos. Mas a tomar pela preferência aqui de casa, na hora em que souberam do resultado, meus filhos (uma de 14 e outo de 11) comemoram demais.
Vinícius, o mascote olímpico, representa a diversidade dos animais do País. Reúne a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza das aves. Já Tom, o mascote paraolímpico, é uma inédita mistura da flora brasileira. Consegue se transformar o tempo todo, com determinação e alegria, crescendo e superando obstáculos.
Vinícius e Tom foi uma grande bola dentro para as Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016. (IG)

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