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quinta-feira, 11 de abril de 2019

Neojiba realiza quarto ano consecutivo de apresentações no TCA


"O Neojiba é fruto de um ideal de justiça social e nasceu da disposição e compromisso do Governo de oportunizar e apontar novos caminhos para jovens em situação de vulnerabilidade social. Nós acreditamos na arte enquanto agente transformador de vidas", disse o secretário estadual de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Carlos Martins, durante a estreia do 4º ano da série Neojiba no TCA, ocorrida na noite desta quarta-feira (10), no Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador.

A Orquestra Juvenil da Bahia, principal formação do programa Neojiba, e o Coro Juvenil do Neojiba apresentaram peças de J. S. Bach, com regência do maestro Eduardo Torres. Após o intervalo, a Orquestra voltou ao palco, onde apresentou a Sinfonia nº 1, de Tchaikovsky, sob o comando do maestro Eduardo Salazar.

"Apostar na arte é muito mais do que um simples exercício de lazer, especialmente para crianças, adolescentes e jovens. O Governo do Estado acredita que este é um investimento no presente e num futuro melhor, mais amplo, culturalmente rico e profissionalmente especial", completou Martins.

Com plateia cheia, o Neojiba emocionou pessoas como dona Rita Santos, que levou o neto Cauê, de apenas 4 anos, para assistir a apresentação. “O meu filho foi do Neojiba, uma oportunidade única e indescritível", disse ela, revelando que o neto pede para ir aos concertos e que já desperta interesse pelo oboé (instrumento de sopro). "Quando eu crescer vou me apresentar aqui", disse o pequeno, com olhos brilhantes e fixos no palco.

Na oportunidade, o secretário Carlos Martins visitou a sala de ensaios, onde conversou com jovens integrantes do Coro Juvenil do Neojiba, parabenizando o grupo pelo primeiro lugar, na categoria Música Erudita, na 5ª edição do Festival Internacional de Corais – Cantoritiba.

Ainda no concerto, foi anunciado que a violinista Priscila Santos foi a selecionada para estudar na Schola Cantorum Basiliensis, na Suíça. " O sucesso alcançado por Priscila é o resultado de um longo trabalho, que une arte e cidadania, possibilitando a mudança de vida e a descoberta de um novo mundo. Hoje, todos nós estamos transbordando de alegria ao ver uma jovem, oriunda de bairro popular, mudar a sua história, acreditar e descobrir o seu talento e potencial. Isso é Justiça Social", finalizou Martins.


Fonte: Ascom/Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS)

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