A fim de abastecer a rede pública de saúde, o Brasil retomou a produção de insulina totalmente nacional. E quem precisa desse remédio entende: isso representa mais segurança, estabilidade e tranquilidade no tratamento da diabetes.
O primeiro lote do remédio, produzido pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) em parceria com a empresa Biomm, foi recebido pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em Minas Gerais. Com a tecnologia transferida pela farmacêutica indiana Wockhardt, foram fornecidos mais de 207 mil frascos de insulina, incluindo as variedades NPH e regular. A meta é que o Brasil produza aproximadamente 45 milhões de doses anuais até 2026, atendendo assim metade da demanda do país. Tudo isso com tecnologia, empregos e renda sendo criados aqui no nosso próprio país.
Ademais, o Ministério da Saúde aprovou uma nova colaboração para a produção de insulina glargina, medicamento utilizado no tratamento de diabetes tipo 1 e 2. O projeto é realizado em colaboração com a Bio-Manguinhos (Fiocruz) e empresas parceiras.
Hoje em dia, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza quatro variedades de insulina, além de medicamentos orais e injetáveis. O cuidado inicia na Atenção Primária, com equipes capacitadas para atender o paciente de maneira integral e gratuita; é só se dirigir à unidade de saúde mais próxima.
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