Iluminação especial no Congresso alerta para doença de Parkinson
O Congresso Nacional será iluminado de verde e vermelho hoje e amanhã (10 e 11/4) em referência ao Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson. A data foi fixada em 11 de abril pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para informar sobre essa enfermidade crônica e degenerativa, seus tratamentos e a possibilidade de melhoria das condições de vida dos pacientes.
Estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revela que mais de meio milhão de pessoas acima de 50 anos vivem com a doença de Parkinson, a maioria homens (57,8%) e idosos acima de 70 anos (27%). Há estimativas de que este número poderá chegar a 1,25 milhão até 2060, com 20 mil novos casos por ano. O diagnóstico tardio agrava o quadro: 29% dos pacientes precisam de ajuda para andar e 14% estão acamados. A doença não tem cura e é considerada incapacitante.
Sintomas
A doença de Parkinson não tem causa conhecida e é uma enfermidade neurológica progressiva, que afeta os movimentos. Os sintomas consistem em tremor muscular, rigidez, lentidão, desequilíbrio e redução de movimentos. Podem ocorrer ainda depressão, dores, tonturas e dificuldades para engolir, urinar, falar, dormir e respirar. O paciente também pode desenvolver demência. Em geral, a progressão da doença é vagarosa e regular.
Diagnóstico
O diagnóstico ocorre pela análise do histórico do paciente somada a uma avaliação neurológica. Não há teste específico para diagnóstico ou prevenção. A identificação precoce e o tratamento são essenciais para a melhora da qualidade de vida. A doença é tratável com medicações e implante de eletrodo ou gerador de impulsos, em casos mais graves. Ambos os tratamentos estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).
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