Na quinta-feira, 9, o The Wall Street Journal informou que o governo israelense forneceu aos Estados Unidos novas informações de inteligência sobre um possível plano do Irã para assassinar o presidente Donald Trump. A publicação afirma ter verificado a informação com fontes conhecedoras do tema.
A descoberta representaria um novo aumento no conflito entre Washington e Teerã. Nesta semana, diversos novos ataques marcaram o fim do cessar-fogo no conflito.
A embaixada israelense em Washington se absteve de comentar. Um pedido de comentário não recebeu resposta imediata da Missão do Irã na ONU. A Casa Branca enviou ao The Wall Street Journal as declarações feitas por Trump no dia anterior.
Na quarta-feira, dia 7, o cidadão americano afirmou que havia ameaças contra sua vida. "Querem eliminar o líder dos Estados Unidos: eu", afirmou ele a jornalistas na Turquia, durante a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
"Estou incluído em todas as listas. Percebi isso nesta manhã; estou em todas elas. Até agora, sinto que tive um pouco de sorte, mas isso pode não durar muito tempo", afirmou ele a repórteres durante uma visita à Turquia.
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